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Fisioterapia é tão importante quanto medicamento para tratar Parkinson

Postado em 30/01/2012

 

Manter o corpo em atividade é vital não apenas para manter a saúde e o bom desempenho físico e muscular, mas, principalmente, como coadjuvante no tratamento de determinadas doenças. O Parkinson é uma delas. 
 
Definida como uma doença degenerativa do sistema nervoso central, crônica, não contagiosa e progressiva, o Parkinson se manifesta, normalmente, depois dos 50 anos, mas também pode ocorrer antes de 40 anos. Surge quando há a morte prematura dos neurônios, células que constituem o sistema nervoso, e o organismo deixa de produzir a dopamina, responsável pela transmissão dos sinais dos comandos motores até a sua realização. O paciente, aos poucos, vai perdendo a capacidade de controlar os movimentos. 
 
Ainda não foi descoberta a cura para esta doença, mas é possível controlá-la com o uso de medicamentos. E tão importante quanto a terapia medicamentosa, está a fisioterapia, realizada em solo ou água. Os especialistas são unânimes ao afirmar que um 
programa de atividades físicas é fundamental para auxiliar na preservação das habilidades físicas dos pacientes. A imobilidade é uma das principais responsáveis pelas mudanças que ocorrem no corpo de quem convive com o Parkinson. 
 
Pessoas com Parkinson que se mantém ativas têm uma possibilidade menor de desenvolver complicações que aparecem com o tempo. A falta de movimentação e a acomodação agrava os sintomas da doença, enfraquece e encurta os músculos, aumenta a dificuldade de realizar movimentos. Também compromete os sistemas de circulação e respiração. A digestão também acaba afetada. Soma-se a tudo isso o surgimento da depressão, o que é completamente compreensível para quem passa depender do outro para realizar as atividades básicas do cotidiano. 
 
Por isso, a importância da fisioterapia. Pode ser feita no solo, com atividades cuja  finalidade é treinar o equilíbrio, o caminhar e exercícios de fortalecimento e alongamento. Também pode ocorrer na água, para trabalhar o equilíbrio, tanto o estático como o dinâmico. A redução do peso do corpo facilita os movimentos. Há uma sensível melhora postural, além de uma expansão torácica através de exercícios respiratórios. 
 
Convém lembrar que o paciente deve consultar o médico antes de iniciar o programa de exercícios.
 
Por: AgComunicado
       

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